Que affaga e que sorrí, mas faz saudade
Por que enche d'agua os olhos do vidente.
Eu vi-a e senti n'alma que a adorava,
Que fragancia! que flor! que novidade!
É que a mystica luz da eternidade
Já da entre-aberta campa a illuminava.
E eu louco ante visão tão pura e bella,
Nem via em tanta luz sombra da morte,
Nem me lembrei da minha ingrata sorte,
E eu sabia que amal-a era perdel-a!