Que eu só ponho ante mim nas rochas, quando

Vou polo mundo vêr se a posso vêr;

E onde, como a palmeira do deserto,

Apenas vejo aos pés, inquieta, ondeando

A sombra do meu sêr.

Meu sêr voou na aza da aguia negra

Que levando-a, só não levou comsigo

D'esta alma aquelle amor!

E quando a luz do sol o mundo alegra,

Chrysalida nocturna, a sós commigo,