Abraço a minha dôr!

Dôr inutil! Se a flôr, que ao céo envia

Seus balsamos, se esfolha, e tu no espaço

Achas depois seus atomos subtis;

Inda has de ouvir a voz que ouviste um dia,

Como a sua Leonor inda ouve o Tasso...

Dante... a sua Beatriz!

—Nunca; responde a folha que o outono,

Da haste que a sustinha a mão abrindo,

Ao vento confiou;