—Nunca; responde a campa, onde, do somno,
E quem talvez sonhava um sonho lindo,
Um dia despertou.
—Nunca; responde o ai que o labio vibra;
—Nunca; responde a rosa que na face
Um dia emmurcheceu:
E a onda, que um momento se equilibra
Em quanto diz ás mais: deixae que eu passe!
E passou e... morreu!
João de Deus, Flores do Campo, p. 160. 2.ª ed. Porto, 1876.