E nosso coração, louco vidente,

E nossas esperanças só vaidade.

E nossa lucta, vã! talvez que o seja!

Cego andará o homem cada vez

Que vê no céo um astro! e os passos d'elle

Errados pelo mundo irão, talvez!

Mas, oh vós que prégaes descanço inerte,

No seio maternal da ignorancia,

E condemnaes a lucta, e daes ao homem

Por seu consolo o dormitar da infancia;