Que do sangue espalhado nos combates,
E do pranto que cae da triste lyra,
No árido chão da esperança humano
Mais não nasça que a urze da mentira...
Que o mysterio da vida a nossos olhos
Se torne dia a dia mais escuro,
E no muro de bronze do Destino
Se quebre a fronte—sem que ceda o muro...
E que o pensamento seja só orgulho,
E a sciencia um sarcasmo da verdade,