Tu, conservado estupido por plano,
Como foi que subiste a tanta altura?
Lançando da cerviz o jugo insano,
Reclamando isso que é do sêr humano?
«Perguntas bem! Direi toda a verdade:
De luz, terra e trabalho, de ár e ideia,
Da santa aspiração da liberdade,
De tudo quanto o peito vivo anceia,
Um dogma nos privou por culpa alheia.