O velho egoismo nos privou de tudo!
Fomos baixando até cahir exangue;
Rasgava-nos o peito o ferro agudo,
E quando estava já para a dor mudo
Só não poderam esgotar-lhe o sangue.
E o sangue correu sempre,—e quente arrasta
Provocando a embriaguez da liberdade,
Lavando o stigma que separa a casta,
Minando a secular fatalidade
Que fez do atroz arbitrio Auctoridade!