Frio, como o terror! e mais que tudo
Ermo, como o que nunca teve crença!
Com a audacia da edade o passo ajudo,
Através da visagem feia e densa;
Quero ir lá dentro ouvir a Pythonissa
Na solidão dos que só tem justiça.
Era a via subterrea, má, sem tento,
Debaixo da Montanha aos céos erguida,
Interminavel como o soffrimento,
Desconhecida como o entrar da vida.