Confiae hoje em mim; que eu vá adiante
A vêr se algum abysmo aí está aberto;
Quem sae da escuridão não vê distante,
Sustae o passo trépido e incerto!—
Como entra o mensageiro alegre, ovante
Na Promissão, saindo do dezerto,
E emquanto choram n'uma effusão terna,
Cheguei então á bocca da caverna.
Que mundo extranho, que planicie infinda,
Que ár saudável, tépido e fagueiro!