Que céo azul, que paizagem linda,
A harmonia embalava o mundo inteiro.
Bloco enorme de pedra estava ainda
Na bocca da caverna sobranceiro,
Cresceu-me esta ambição danada minha,
E vi a fragil lasca que o sustinha.
Á posse d'esse mundo a mente eu alço;
Sentí o egoismo de querer tal mundo
Só para mim; e eu, misero e falso,
Inda escutava o cantico jocundo,