Qui ne pouvant se faire homme, s'est faite bête.

E como em todo o olhar uma alma se reflecte,

A alma d'aquelle sêr que vinha atraz de mim...

Curvo, humilde, ou talvez resignado por fim,

No olhar que então lhe vi, das sombras do seu nada

Parecia dízer-me:—Obrigada, obrigada!

1866
Guilherme Braga, Heras e Violetas, p. 239. Porto, 1869.


PLATÃO

Quando ao cair das sombras, o sol já semi-morto