Sente-se revolver um mar de imprecações,
Que abala o fundamento á consciencia humana.
Justiça! vae abrir as furnas dos leões!
Desce d'aquelle inferno ás gélidas entranhas,
E arranca-me de lá os tristes corações,
Que sentem sobre si o peso das montanhas.
Transforma n'uma lança os ferros das algemas!
Vae aos gelos do norte, as solidões estranhas...
Procura a fera brava; eia, mulher, não tremas!
Embebe-lhe sem dó no musculoso flanco