O lixo aos animaes!

São os párias, os servos, os illotas,

Vivem nas covas humidas, ignotas,

Sem luz e ár; arrancam-lhes as mães...

—Passam, curvados, nas manhãs geladas!

E, depois de já mortos, nas calçadas,

Devoram-os os cães.

Elles vêm de mui longe... vêm da Historia,

Frios, sinistros, maus como... a memoria

Dos pesadellos tragicos e maus...