—Eu oiço os reis cantando em suas festas!
E elles, elles—maiores do que as florestas—
Chorarem nos degraus!
É uma antiga e lugubre legenda!
—Vão, sempre, sempre, sós na sua senda,
Sublimes, heroicos, rotos, vis...
Cheios de fome, ás luzes das lanternas,
Cantando sujas farças, nas tabernas,
Chorando nos covís.
—Alguns dormem em covas quaes serpentes!