Viveram, entre os povos, e entre as gentes,
Vergados d'um remorso solitario...
—Sabem, de cór, os reinos devastados!
E vieram, talvez, ensanguentados
Da noite do Calvario!
Têm trabalhado, occultos, noite e dia,
Ó réis! ó réis! as luzes da orgia
De subito, que vento apagará!
—Corre no ár um ecco subitaneo,
E escuta-se, no seu subterraneo,