O riso de Marat!
Chega, talvez, a hora das contendas!
Ó legionarios! desertae as tendas,
Já demolem os porticos reaes...
Os que tem esgotado a negra taça,
—Cantam, ao vento, os psalmos da Desgraça,
E a historia dos punhaes!
Vão, ha muito, na sombra, foragidos,
Pelas neves, curvados e transidos,
Emquanto Deus se aquece nos seus Céos!