—Vem do Sul uma lugubre toada,
E escuta-se Rousseau, na agua furtada,
Gritar—Que me quer Deus!?
Erguem-se ebrios de mortes, de vinganças,
Assoma lá ao longe um mar de lanças,
Resôam sobre os thronos os machados...
E a Europa vê passar, cheia de assombros,
Ferozes, em triumphos, aos seus hombros,
—Seus reis esguedelhados.
Á voz das legiões rotas, sombrias,