Descancem o meu leito solitario

Na floresta dos homens esquecida,

Á sombra de uma cruz, e escrevam n'ella:

—Foi poeta—sonhou—e amou na vida.

Sombras do valle, noites da montanha,

Que minha alma cantou e amava tanto,

Protegei o meu corpo abandonado,

E no silencio derramae-lhe canto!

Mas quando preludia ave d'aurora

E quando á meia noite o céo repousa,