Arvoredos do bosque, abri os ramos...

Deixae a lua pratear-me a lousa.

Alvares de Azevedo, Ibid. t. I. pag. 198.


NO DIA DO ENTERRO DE...

A vida é uma comedia sem sentido,

Uma historia de sangue e de poeira,

Um deserto sem luz...

A escara de uma lava em craneo ardido...

E depois sobre o lodo... uma caveira,