Uns ossos e uma cruz!
Parece que uma atroz fatalidade
A mente insana no provir alenta
E zomba da illudida!
O frio vendaval da eternidade
Apaga sobre a fronte macilenta
A lampada da vida.
Não digas, coração, que alma descança
Quando as ideias no prazer enfurda
O escarneo zombeteiro...