Que loucura!... a manhã o peito cansa,
Resta um enterro... e uma resa surda...
E depois... o coveiro!
Fermente a seiba juvenil do peito,
Vele o talento n'uma fronte santa
Que o genio empallidece...
Embalde! á noite, ao pé de cada leito
O phantasma terrivel se levanta...
E seu bafo entorpece!
E comtudo essa morte é um segredo