Que gela as mãos do trovador na lyra
E escarnece da crença;
Um pesadêllo—uma visão de medo...
Verdade que parece uma mentira
E inocula a descrença!
E quem sabe? é a duvida medonha!
Quem os véos arregaça do infinito
E os tumulos destampa?
Quem, quando dorme, ou vela, ou quando sonha
Ouviu revelações no horrendo grito