Alvares de Azevedo, Ibid., t. III, p. 47.


SE EU MORRESSE ÁMANHÃ!

Se eu morresse ámanhã, viria ao menos

Fechar meus olhos minha triste irmã;

Minha mãe de saudades morreria,

Se eu morresse amanhã!

Quanta gloria presinto em meu futuro!

Que aurora de porvir e que manhã!

Eu perdera chorando essas corôas