Se eu morresse ámanhã!
Que sol! que céo azul! que doce n'alva
Acorda a natureza mais louçã!
Não me batera tanto amor no peito,
Se eu morresse ámanhã!
Mas essa dôr da vida que devora
A ancia de gloria, o dolorido afan...
A dor no peito emudecera ao menos,
Se eu morresse ámanhã!
Alvares de Azevedo, Ibid., t. I, p. 343.