Ebrio e sedento na fugaz vertigem;
Vil, machucára com meu dedo impuro
As pobres flores da grinalda virgem!
Vampiro infame, eu sorveria em beijos
Toda a innocencia que teu labio encerra,
E tu serias no lascivo abraço,
Anjo enlodado nos paúes da terra.
Depois... desperta no febril delirio,
Olhos pisados, como um vão lamento,
Tu perguntáras: que é da minha corôa?...