Fagundes Varela, Ibid., p. 43.
ESTANCIAS
O que eu adoro em ti não são teus olhos,
Teus lindos olhos cheios de mysterio,
Por cujo brilho os homens deixariam
Da terra inteira o mais soberbo imperio.
O que eu adoro em ti não são teus lábios,
Onde perpetua juventude móra,
E encerram mais perfumes do que os valles,