Por entre as pompas festivaes da aurora.
O que eu adoro em ti não é teu rosto
Perante o qual o mármor descorára,
E ao contemplar a esplendida harmonia
Phidias, o mestre, seu cinzel quebrára.
O que eu adoro em ti não é teu collo
Mais bello que o da esposa israelita,
Torre de graças, encantado asylo
Aonde o genio das paixões habita.
O que eu adoro em ti não são teus seios,