E lustra o dorso nú da india americana...

Na selva zumbe emtanto o insecto de esmeralda,

E pousa o colibri nas flores da liana.

Ali, a luz cruel, a calmaria intensa!

Aqui, a sombra, a paz, os ventos, a cascata...

E a pluma dos bambús a tremular immensa...

E o canto de aves mil, e a solidão, e a mata...

É a hora em que, fugindo aos raios da esplanada,

A Indigena, a gentil matrona do deserto,

Amarra aos palmeiraes a rêde mosqueada,