Que, leve como um berço, embala o vento incerto...
Então ella abandona-lhe ao beijo apaixonado
A perna a mais formosa, o corpo o mais macio,
E, as palpebras cerrando, ao filho bronzeado
Entrega um seio nú, moreno, luzidio.
Porém d'entre os espatos esguios do coqueiro
Do verde gravatá nos caxos reluzentes,
Enrosca-se e desliza um corpo sorrateiro
E desce devagar pelos cipós pendentes.
E desce... e desce mais... á rêde já se chega...