Abria a phantasia a pétala celeste...

Zumbia o sonho d'ouro em doce obscuridade...

Assim, minh'alma, déste o seio (oh dor immensa!)

Onde a paixão corria indómita, fremente!

Assim bebeu-te a vida, a mocidade e a crença

Não bocca de mulher... mas de fatal serpente...

Castro Alves, Ibid., p. 170.


QUANDO EU MORRER

Quando eu morrer... não lancem meu cadaver