No fosso de um sombrio cemiterio...
Odeio o mausoléu que espera o morto
Como o viajante d'esse hotel funéreo.
Corre nas veias negras d'esse marmore
Não sei que sangue vil de messalina;
A cova, n'um bocejo indifferente
Abre ao primeiro a bocca libertina.
Eil-a, a náo do sepulchro—o cemiterio...
Que povo extranho no porão profundo!
Emigrantes sombrios que se embarcam