Para as plagas sem fim do outro mundo.
Tem os fogos-errantes por santelmo,
Tem por velâme os pannos do sudario...
Por mastro o vulto esguio do cipreste,
Por gaivotas—o mocho funerario...
Ali ninguem se firma a um braço amígo,
Do inverno pelas lugubres noitadas...
No tombadilho indifferente chocam-se,
E nas trevas esbarram-se as ossadas...
Como deve custar ao pobre morto