Eu sinto na fronte seus meigos olhares!...

Quem dera-me ao peito cingil a bem cedo...

Quem sabe? talvez!

E tu nada sentes? tu nada procuras?

Nos quadros tão lindos que tu phantasias

Um dia brilhante de occultas magias,

De amores ardentes, de infindas venturas,

Ó virgem! não viste siquer uma vez?

Nos breves delirios, nos teus devaneios,

Nos vagos desejos da mente inquieta,