Dormir em descanço!...
Escravo, balança-lhe a rêde serena;
Mestiço, teu leque de plumas acena
De manso, de manso.
O vento que passa tranquillo, de leve,
Nas folhas do engá,
As aves que abafem seu canto sentido;
As rodas do Engenho não façam ruido,
Que dorme sinhá.
A. C. Gonçalves Crespo, Miniaturas, p. 14. Coimbra, 1871.