O FILHO DA LAVANDEIRA
Um dia, nas margens do claro Atibáia,
Estava a cativa sósinha a lavar;
E um triste filhinho do rio na praia,
Jazia estendido no chão a rolar.
A pobre criança que o vento açoitava,
De frio e de fome chorava e chorava.
A misera negra, co'o rosto banhado,
No pranto que d'alma trazia-lhe a dor,