Prendeu-a com força no seio abrazado

De magoas, de angustia, de susto e de amor.

Pendendo a cabeça no collo da escrava

A pobre criança chorava e chorava.

«Meu filho querido, no meio dos mares,

Lá onde governa sómente o meu deus,

Lá onde se estendem mais lindos palmares,

Porque não nasceste cercado dos meus?»

E a pobre criança no seio da escrava,

Fitando-a tristinha, chorava e chorava.