«Meus paes lá ficaram; são livres, cantando

Que vida contente que passam por lá!

E tu, meu filhinho, commigo penando,

Esperas a morte nas terras de cá.»

Os ventos cresciam: o sol declinava,

E a pobre criança chorava e chorava.

«Ai, não! que dos pretos as almas não morrem!

Havemos ainda p'ra os nossos voltar:

As aguas tão mansas dos rios que correm

Nos levam bem vivos ao largo do mar.»