Morto! morto!—me clama a consciencia;
Diz-m'o este respirar rouco e profundo;
Ai! porque frémes coração de fogo,
Dentro de um peito corrompido e immundo!
Beber um ár diáphano e suave,
Que renovou da tarde o brando vento,
E convertel-o, no aspirar continuo,
Em bafo apodrecido e peçonhento!
Estender para o amigo a mão mirrada,
E elle negar a mão ao pobre amigo;