Querer unil-o ao seio descarnado,
E elle fugir, temendo o seu perigo!
E vêr após um dia inda cem dias,
Nús de esperança, ferteis de amargura,
Soccorrer-me ao provir, e achal-o um ermo,
E só, bem lá no extremo, a sepultura!
Agora!... quando a vida me sorria,
Agora... que meu éstro se accendêra,
Que eu me enlaçava a um mundo d'esperanças,
Como se enlaça pelo campo a hera,