Deixar tudo e partir, sósinho e mudo;

Varrer-me o nome escuro esquecimento,

Não ter um ecco de louvor, que afague

Do desgraçado o humilde monumento!

Oh tu, sêde de um nome glorioso,

Que tão fagueiros sonhos me tecias,

Fugiste, e só me resta a pobre herança

De vêr a luz do sol mais alguns dias.

Vestem-se os campos de verdor primeiro:

Já das aves canções no bosque eccôam;