Não para mim, que só escuto attento
Funéreos dobres que no templo sôam.
E eu que existo, e que penso, e falo e vivo,
Irei tão cedo repousar na terra?!
Oh, meu Deus, oh meu Deus! um anno ao menos;
Um louro só... e meu sepulchro cerra;
É tão bom respirar, e a luz brilhante
Do sol oriental saudar no outeiro!
Ai, na manhã saudal-a posso ainda;
Mas será este o inverno derradeiro!