Quando de pômos o vergel fôr cheio;
Quando ondear o trigo na planura,
Quando pender com aureo fructo a vide,
Eu tambem penderei na sepultura.
Dos que me cercam no turbado aspecto,
Na voz que prende desusado enleio,
No pranto a furto, no fingido riso,
Fatal sentença de morrer eu leio.
Vistes vós criminoso que hão lançado
Seus juizes nos trances da agonia,