Do goso a taça só provei por horas;
E serei teu, calado cemiterio,
Que, engenho, gloria, amor, tudo devoras.
Se o furacão rugiu, e o debil tronco
De arvore tenra espedaçou passando,
Quem se doeu de a ver jazendo em terra?
Tal é o meu destino miserando!
Numem do santo amor, mulher querida,
Anjo do céo, encanto da existencia,
Ora por mim a Deus, que hade escutar-te,