Por ti me salve a mão da provídencia.

Vem; aperta-me a dextra... Oh foge, foge!

Um beijo ardente aos labios te voára;

E n'este beijo venenoso a morte

Talvez este infeliz só te entregára!

Se eu podesse viver... como teus dias

Cercaria de amor suave e puro!

Como te fôra placido o presente;

Quanto risonho o aspecto do futuro!

Porém, medonho espectro ante meus olhos