Não o deixavam passar.

Pelo que o rei maldito

Logo as mandava cortar;

D’um correra leite puro,

E do outro sangue real!

Fugira d’um uma pomba

E do outro um pombo trocal,

Sentava-se el-rei á meza,

No hombro lhe iam poisar:

—«Mal haja tanto querer,