Que eu tambem trago a minha.
Se algum d’aí não a tem
Eu lhe emprestarei a minha.
Cessae, cessae oh villões,
Não useis de mais porfia,
Quero fazer testamento
Da fazenda que tenia:
A minha alma dou a Deos,
E á Virgem Santa Maria;
O meu corpo tão valente