Era o que mais trabalhava;

De seu garbo e gentileza

A infanta se namorava.

Ali estava a aia discreta

Em que toda se fiava:

«Vês, aia, aquelle ceifeiro

Que anda n’aquella cegada?

Condes, Duques, Cavalleiros,

Nenhum que o ceifeiro valha.

Vai-m’o chamar em segredo,