«Vês, aia, aquelle ceifeiro

Que anda n’aquella cegada?

Vae-m’o chamar em segredo,

Que ninguem não saiba nada.

Entraram por um postigo,

Que a porta inda era cerrada;

No camarim da princeza

O bom do ceifeiro estava:

«Quero saber se te atreves

A fazer a minha cegada?