Uma cama tão malfeita
Que dormir me não deixava.
—«É forte essa tua aia
Que a barba tem tão cerrada!
Vista-se já a donzella,
Que antes de ser madrugada,
Pelo barbeiro do algoz
A quero ver barbeada.
O cegador muito enchuto
Sua sentença escutava;
Uma cama tão malfeita
Que dormir me não deixava.
—«É forte essa tua aia
Que a barba tem tão cerrada!
Vista-se já a donzella,
Que antes de ser madrugada,
Pelo barbeiro do algoz
A quero ver barbeada.
O cegador muito enchuto
Sua sentença escutava;